16/07/2009

Uma vez por mês...

Um brigadeiro gigante, três trufas (maracujá, morango e prestígio) de uma só vez, ouvindo Vanessa da Mata desde cedo e uma vontade absurda de receber elogios. TPM, oi?

13/07/2009

Sobre Carol

Sempre que nos vemos eu me divirto horrores. Gosto pra caramba de sair com ela porque ela é expontânea e me faz rir.
Ela chega chegando e faz o que tem vontade de fazer. É uma mulher de atitude e me parece que ela não se importa com o que vão falar das atitudes dela.

Ela sempre atrai a atenção de um modo positivo e tem consciência disso. Aliás, tenho certeza que ela faz de propósito.
Segura de si, um mulherão, ela sempre consegue o que quer.... Acho que ela consegue o que quer justamente porque sabe que vai conseguir, é a segurança que ela transmite que convence as pessoas.
Ela fala coisas que eu gostaria de falar mas não tenho coragem. Diz o que pensa mas sem falar merda.
Ela ri, ela abraça, ela brinca, ela ousa... Ela transpira sensualidade sem ser vulgar.

Estávamos todos juntos na balada quando ela começou a dançar. Parecia que o mundo ao seu redor parou para vê-la. Ela dança como eu gostaria de dançar.
Nesse dia um amigo nosso me falou que ela tem jeito de mulher safada. Talvez ela acabe transmitindo essa imagem em alguns momentos, mas, conhecendo-a como eu conheço, acho que isso tudo é só o jeito dela, é algo natural e que ela não faz com malícia.

Pode parecer bobo, mas as vezes eu queria ser igual a ela.

07/07/2009

Pequenas Honras

Na semana passada expressei através de palavras um pensamento mesquinho resultante de um dia estressante. Fiz isso despretenciosamente, como um desabafo mesmo, só que o meu desabafo veio a calhar para alguém... Fui citada pela Rose no blog dela.

É estranho pensar que minha frase tosca possa ter causado alguma inspiração positiva em alguém. Aliás, a Rose não foi a única a me citar no dia de hoje...

30/06/2009

Se não sei nem o que eu quero dizer, como posso escolher um título?

Chateada não é bem a palavra, o que eu quero expressar é menos que isso.
Também não é indignação, nem frustração, nem tristeza, nem desesperança... Acho que o que eu sinto agora não tem nome ou talvez seja um misto de tudo isso.

Alguém sabe como é que eu faço pra viver e ser feliz ao mesmo tempo?

26/06/2009

Breve nota sobre Michael Jackson

Tem coisas que me irritam profundamente e hipocresia é uma delas.
Até ontem de manhã o Michael Jackson era visto pelo mundo como um cara bizarro, papador de menininhos que, através de uma série de sucessivas cirurgias plásticas e tratamentos estéticos, deixou de ser um negrinho estiloso para se tornar um smeagol branquicelo.
O fato dele declarar que essa sua metamorfose absurda é resultado de vitiligo servia como motivo piada, afinal eu nunca vi vitiligo afinar nariz e alisar cabelo...

Agora, quase 24 horas após o anuncio de seu falecimento, as pessoas se referem a Michael como O Astro que revolucionou a música pop, que inovou com suas dancinhas, que arrastou multidões por onde passou, que tinha uma performance inigualável, que vendeu milhões de álbuns em todo o mundo e que deixará saudades em todos nós. Quanta hipocresia!!!

Não, eu não estou negando a genialidade do astro, deixe eu me explicar: Michael Jackson é sim o rei do pop e eu até concordo com todo esse bla bla bla, aliás concordo tanto que já tentei (sem sucesso) fazer o famigerado moonwalker e já me diverti muito assistindo repetidas vezes o clip de Thriller.
O que eu acho errado (e é isso o que eu considero hipocresia) é esse lance de santificar o cara só porque ele morreu. A morte de uma pessoa não apaga os erros que ela cometeu em vida. As mesmas pessoas que ontem encaminhavam e-mails satirizando o Michael pelos seus mil e um escândalos e que não conheciam uma se quer de suas músicas, hoje se declaram de luto e cantam Billie Jean e Black or White aos quatro ventos. Ele deve sim ser lembrado por sua arte, mas sem hipocresia, né?

Pronto, já falei superficialmente o que eu acho do "evento" Falecimento de Michael Jackson.
Agora vou dizer o que EU acho dele.

Eu não curtia muito o Michael atual não e não digo isso só pela pessoa que ele era, digo pq eu não via muita graça em suas músicas mesmo. Questão de gosto.
Por outro lado, adoro o meninninho prodígio do Jackson Five, aquele dos anos 70 que se saculejava cantando ABC e que alcançava um agudo de fazer inveja a qualquer soprano em I´ll Be There.

16/06/2009

Pai

Poxa, que merda! Ele realmente não me conhece, não faz idéia de quem eu seja. Não sabe o que eu ouço, o que eu leio, o que eu como, quem são meus amigos, do que eu gosto, o que eu faço, por onde ando...


Ele não entende minhas palavras, tampouco meus olhares.

As vezes tenho a sensação de que ele continua achando que estamos em 1993, que eu ainda tenho 8 anos e ainda assisto Glub Glub.
Ele nunca me fez algo considerado grave. Nunca me julgou, me ofendeu, mal tratou, abandonou... Ele simplesmente não fez. Isso é o que me machuca.


Machuca porque sei que sou uma boa filha, que não fiz nada pra que ele fosse assim comigo. Sempre estudei, respeitei, trabalhei, ajudei, nunca dei decepção, não fumo, não bebo... Sou a filha que muitos pais pediram a Deus.


Esses dias passei por um puta apuro e PRECISEI dele. Pedi socorro, mas não pude contar com a sua ajuda. Foi horrível porque me lembrei que, ha não muito tempo, ele passou por uma situação exatamente igual e lá estava eu, sua fiel escudeira, livrando-o do perigo. Digo que sou sua fiel escudeira porque realmente sou, eu o defendo de todos e de tudo que ele precisar ser defendido.

Quando eu fiz por ele o mesmo que eu gostaria que ele tivesse feito por mim, não fiz com a intensão de "jogar na cara" mais tarde ou de usar o feito como instrumento de barganha. Tanto não fiz com essa intenção que mesmo agora, tendo precisado dele e não obtendo sua ajuda, nem toquei nesse assunto com ele, mas me lembrei disso. E só de lembrar eu já fico numa sensação estranha, coisa minha comigo mesma, de que eu tô sendo ruim com ele, de que eu tô julgando mal e precipitadamente, de que ele não é obrigado mesmo a me ajudar e bla bla bla.

Por outro lado penso que ele é meu pai e se eu não puder contar com a ajuda dele, com quem é que eu vou poder contar? E na verdade meu julgamento não é tão precipitado nem nada, eu o conheço ha 24 anos, convivo com ele ha todo esse tempo. Tenho argumentos factuais suficientes pra embasar todos esses meus julgamentos...

12/06/2009

Dissabores de uma vida saborosa

Por três anos dessa minha saborosa vida, passei o Dia dos Namorados namorando.
Sem muito mimimi, limito-me a dizer que as experiências foram tão ruins que acho bacanéeeeerrimo estar sozinha hoje. De verdade.