05/11/2009

Ciuminho

E quando a gente tem muita vontade de socar a cara de alguém?
E quando a gente sabe que a pessoa não fez nada pra merecer isso?
E quando a gente tem ciência de que está sendo tola e infantil mas mesmo assim não consegue evitar?

23/10/2009

Pense num lugar estranho para estar numa sexta-feira as 22:50.
Pensou?

Ganhei!
Tenho certeza de que onde estou é beeeem mais estranho do que o que você pensou.

14/10/2009

Trechos de 10/10/09

"Me senti triste. Me senti fraca, insignificante, pequena, vulnerável. Foi preciso chorar, mas eu não queria, então escrevi."

"Por que mesmo eu estou aqui? (...) pensar nisso me fez sentir que sou uma tola lutando sozinha contra um inimigo inexistente. E o pior: PERDENDO."

"...e você bem sabe que você vale mais que tudo isso. Você sabe que já deveria ter saído desse jogo."

"Eu vou. Mas dessa vez vou por mim, vou porque não preciso disso..."

"Da próxima vez (...) estarei ainda mais desconfiada. Se hoje tenho um pé atras, amanhã terei os dois."

" E aí que das regras que eu mesma inventei, eu esqueci a principal delas, a regra número 1."

"...quanta babaquice! Quanta mulherzice eu escrevi! Que merda."

21/09/2009

No fundo, tudo é sempre igual.

Eu não tenho mais paciência para seres humanos, principalmente se eles forem do sexo masculino.
Não tenho paciência para indecisões, menos ainda para atitudes contraditórias.
Sim, eu sou chata. Nunca neguei ou escondi isso.

Acho que me habituei a viver sozinha, a contar comigo mesma para tudo o que eu queira e a nunca ouvir nãos, já que eu sempre digo sim para mim mesma.

Como é que eu já sabia tudo o que ía acontecer??
Cada palavra, cada gesto... nada me surpreendeu. Parece que nada daquilo era novo pra mim. Acho que foi por isso (e só por isso) que nem doeu.

Observei demais e parece que aprendi. No fundo, tudo é sempre igual.

18/09/2009

=X

Acordei com uma palavra... hum... uma palavra digamos que inusitada na cabeça.

...

14/09/2009

Juro que não entendo

Eu achei que estavamos dialogando, achei que era uma via de mão dupla, achei que eram as nossas vontades, as minhas somadas às suas. Entenda: eu não achei isso simplesmente por que quis achar, achei porque você me disse que queria assim e assim nós combinamos. A decisão foi conjunta.
Aí eu fui. No começo pensei mesmo que estivessemos juntas, que você estivesse do meu lado, mas, quando me dei conta, eu estava sozinha (como sempre). Olhei ao meu redor, te procurei e te achei. Te achei lá atras, parada no ponto de partida, de onde você combinou comigo a nossa caminhada, lá onde eu comecei pelo caminho que a gente combinou trilhar e de onde você nunca saiu.
Qual o meu problema? Será que sou tãaaao idiota que ainda não aprendi a lição? Por que é que confiei em você? Agora eu tô aqui sozinha, no meio da estrada.
Faço o que? Continuo a caminhar fingindo que você tá aqui e que tá tudo bem? Pra mim não dá.
Tomo outro rumo e continuo a caminhar sozinha, até que meu caminho cruze com o de outro alguém? Bom, eu só vejo essa opção, pois pra mim, parar e ficar por aqui não é a saída, a minha vida precisa andar, com ou sem você.
E tem gente que ainda me diz que eu deveria confiar mais nas pessoas...